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Estudos para Célula

22/02/2015 às 00:00:00

Como Viver Uma Vida de Paz?

PIBEG - Primeira Igreja Batista do Eduardo Gomes

"Uma Comunidade Impactada Pelo Amor"

 

Lição de Célula - Como Viver Uma Vida de Paz e Alegria?

 

  • 23 a 28/02/2015 - 01 - Precisamos subordinar as circunstâncias 
  • 02 a 07/03/2015 - 02 - Precisamos administrar os conflitos relacionais 
  • 09 a 14/03/2015 - 03 - Precisamos administrar as perdas
  • 16 a 21/03/2015 - Reprise Geral

 

Como Viver Uma Vida de Paz e Alegria?

 

Introdução

Jesus, antes de voltar ao Pai, fez promessas de paz e alegria aos seus discípulos (Jo 14:27; 16:20,22.

Depois de fazer essas promessas foi traído, preso, negado, torturado e morto. E seus seguidores não tiveram uma sorte muito diferente, porque também foram perseguidos e martirizados.

Diante dessa realidade alguém poderia objetar: então esse Jesus não cumpriu o que prometera; logo Ele é um embuste, um impostor, um enganador.

Mas Paulo se levantaria e diria: Não, Ele não é um impostor. Eu sou testemunha de que Ele é cumpridor de suas promessas, porque prometeu essa alegria e essa paz a mim, e me concedeu!

E como registro do seu testemunho ele escreve essa carta, da prisão em Roma, aos Filipenses, onde aguardava seu julgamento. E no conteúdo explica que apesar das circunstâncias adversas, da decepção com as pessoas e da privação de coisas, é possível conviver com a paz e a alegria prometidas por Jesus.

Nessa carta aos Filipenses, Paulo observa que, circunstâncias, pessoas e coisas possuem potencial para comprometer a paz e a alegria prometidas por Jesus; mas ele também salienta que, por sua própria experiência, sabe que é possível administrar as circunstâncias (coisas ruins que nos acontecem), as pessoas (conflitos relacionais) e as coisas (mais precisamente perdas), sem perder a paz e a alegria.

 

01 - Precisamos Subordinar as Circunstâncias

Desenvolver um estilo de vida que responde aos propósitos de Deus (Fl 1:12, 13).

(1) Paulo diz: “quero que saibam que as coisas que me aconteceram”... Quais coisas? Encarceramento, açoites, exposição à morte, apedrejamento, perigos, naufrágios, perseguição, fome, sede, nudez etc. (II Cco 11:22-30).

(2) Paulo fala de suas prisões, de seus críticos e de suas crises encerrando tudo isso debaixo da frase: “as coisas que me aconteceram”. Foram essas circunstâncias que auxiliaram Paulo a projetar Jesus:

• Por causa das prisões de Paulo, Jesus foi conhecido. Fl 1:1:12,13

• Por causa dos críticos de Paulo, Jesus foi anunciado. Fl 1:15-18

• Por causa das crises de Paulo, Jesus foi engrandecido. Fl 1:20,21

(3) Ele consegue transcender as circunstâncias adversas porque sua vida respondia aos propósitos de Deus. “Quando para alguém viver é Cristo, tanto faz viver ou morrer” Fl 1:21,23-25.

(4) Se você perguntasse a Paulo qual é o alvo, a razão da sua vida? Ele responderia conhecer a Cristo, para que Ele faça a diferença em minha vida, e faça diferença na vida das pessoas por meio de mim, mesmo passando por circunstâncias adversas. Fl 1:10

(5) Paulo diria: Jesus e a missão com a qual Ele me comissionou (progresso do evangelho) constituem minha alegria e paz.

 

02 - Precisamos Administrar os Conflitos Relacionais

Seguindo o exemplo de Jesus o Cristo

(1) Paulo diz que pessoas tomadas por ambições egoístas e vanglória podem nos ferir, rejeitar, caluniar, difamar, diminuir (Fl 2:2-4; Fl 4:2). E essa é uma verdade que tendemos a derivar o nosso valor do que dizem a nosso respeito.

(2) Todavia, Paulo dá entender que Jesus estava tão seguro do seu valor intrínseco, da sua grandeza e dignidade diante do Pai, que não foi difícil para Ele esvaziar-se a si mesmo, para tornar-se servo de todos, como maneira de responder às hostilidades humanas (Fl 2:5-8).

(3) Por isso, do alto da cruz, Jesus pôde orar: “Pai perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. Na realidade, a vítima não era a pessoa crucificada (Jesus), mas aqueles que o crucificaram (algozes).

(4) Assim é que tanto Paulo como Jesus, não se fizeram de vítimas diante das pessoas, apesar de terem sido humilhados, rejeitados e caluniados. E em vez de vestirem a capa da amargura, vestiram o avental do serviço, da graça, da misericórdia (Fl 2:9).

(5) Assim, também, não permita que as más experiências com as pessoas marquem você para a vida toda. Assuma o propósito de abençoar, servir, interceder por elas, com espírito de perdão, graça e misericórdia, tal qual fez Jesus.

 

03 - Precisamos Administrar as Perdas

Priorizando, dando mais valor e sentido as coisas eternas.

(1) Paulo afirma que as “coisas” que poderiam ser consideradas importantes, empalideceram diante da sublimidade do seu relacionamento com Cristo (Fl 4:7, 8).

(2) Ele abriria mão de todas as coisas por causa de Jesus (Fl 4:13) e consideraria aqueles que se ocupavam prioritariamente das coisas terrenas, como inimigos da cruz (Fl 4:17-19), uma vez que todas as “coisas” deveriam estar subordinadas a Jesus (Fl 4:21).

(3) Quando acreditamos que somente valemos algo, pelas coisas que possuímos ou pela função que desempenhamos (status), e essas coisas nos são tiradas, perdemos a paz e a alegria.

(4) Mas Paulo nos ensina a responder às “coisas” que, quando perdidas, podem comprometer a nossa paz e a nossa alegria, propondo uma re-hierarquização de valores (Fl 3:20; Rm 14:17). Cidadãos cuja pátria está nos céus subordinam valores terrenos e passageiros aos valores eternos. Trata-se de outra escala de valor.

(5) Por isso, a grande ambição de Paulo era conhecer a Cristo, o poder da sua ressurreição, a comunhão nos seus sofrimentos (Fl 3:10,11; At 20:24)

(6) Quando visitado pela ansiedade, orava e recebia a paz de Deus (Fl 4:6-7). Quando visitado pelas perdas, o contentamento em Deus, constituía seu fortalecimento (Fl 4:11-13).

 

Conclusão

Antes de perguntarmos o que tem acontecido com nossa paz e nossa alegria, precisamos fazer outras perguntas ao nosso coração:

(1)
De onde estou derivando meu valor pessoal e o sentido da minha vida? 

Das circunstâncias e do que as pessoas fazem e dizem a meu respeito ou da minha resposta aos propósitos de Deus para mim?

Posso dizer: “Para mim viver é Cristo e o que importa é o progresso do Evangelho”?

(2)
Qual tem sido o ponto de apoio da minha existência? 
Qual tem sido a base do meu contentamento? 
Minha vida gira em torno de quais valores?

(3)
Tenho vivido como um cidadão do céu? 

Posso afirmar: “Aprendi a estar contente em toda e qualquer situação, porque posso todas as coisas naquele que me fortalece”?

A paz e a alegria prometidas por Jesus não podem depender de circunstâncias, de pessoas ou de coisas, mas do nosso relacionamento com Deus.

Que essa paz e essa alegria sejam realidades em sua vida.

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